Em 1986, o trompetista fluminense Silvério Pontes tocava no bar Boca da Noite, no Centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Em determinada sexta-feira, o trombonista sergipano José Alberto Rodrigues Matos, o Zé da Velha, foi ao bar e, ao dar uma canja, convidou Silvério para "tocar uma gafieira". Nascia ali há 30 anos, apadrinhada pelo flautista Claudio Camunguelo, uma das duplas mais afinadas (e de maior afinidade) da música instrumental produzida no Brasil. O seminal encontro está narrado na página 77 do livro Zé da Velha & Silvério Pontes 30 anos – A menor big band do mundo (Al-Fárábi Editorial), escrito pelo historiador André Diniz e pelo pesquisador Diogo Cunha, de Niterói (RJ).

 

Em que pese o nervosismo de Silvério, a dupla se afinou tanto naquela noite que Zé da Velha convidou o colega para dar canja em outro bar no qual tocava no sábado. Daí em diante, Silvério Pontes e Zé da Velha viraram vizinhos, oficializaram a criação da dupla e passaram a fazer discos e shows. Mas o livro volta no tempo para contar a saga de cada um dos músicos até aquele decisivo encontro no Boca da Noite.

Zé da Velha & Silvério Pontes 30 anos - A Menor Big Band do Mundo

REF: 0003
R$35,00Preço
  • 978-85-69869-01-6